sábado, 23 de fevereiro de 2008

O astronauta de mármore

A lua inteira agora é um manto negro
O fim das vozes no meu rádio
São quatro ciclos no escuro deserto do céu
Quero um machado pra quebrar o gelo
Quero acordar do sonho agora mesmo
Quero uma chance de tentar viver sem dor

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul

A trajetória escapa o risco nu...
As nuvens queimam o céu, nariz azul...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Na lua o lado escuro é sempre igual...
No espaço a solidão é tão normal...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul

(nenhum de nós - O astronauta de mármore)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Comentários construtivos aceito! mande o seu

Mande seus comentários construtivos isso só me faz ver como a vida é bela e como eu não sei escrever coisas bonitas!
Apenas tento, me esforço, mas se não gostarem eu desisto dessa idéia de blog de poesias!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Duas lágrimas

Hoje eu acordei tão triste de manhã
Duas lágrimas cairam do meu coração
Quando lembrei-me de você

Hoje eu fiquei a olhar
As nuvens andando
De lá pra cá

Eu chorei de saudade
Do tempo em que te via todo dia
Então duas lágrimas desceram no meu rosto

O sol refletia na janela do meu quarto
E eu senti aquela energia positiva
Mas acabei pensando em você

E meu dia nublou
Choveu dentro do meu coração
Então duas lágrimas cairam no chão

Duas lágrimas que no rosto rolava
Dos olhos caía e pro chão ia
Por saudades de você

Hoje eu fui dormir
Alias tentar dormir pra ver se te esqueço
Mas não consegui acabei sonhando com você

E ai no fim das contas
Duas lágrimas,
Caíram no chão.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Qundo o sol se vai

Quando o sol se vai
Vem a escuridão
A escuridão que mora
Em meu coração

Quando o sol se vai
Volto ao meu estado critico
Endoido na minha doidera
Enlouqueço na minha loucura

Quando o sol se vai
Fico pensando na vida
O que seria de mim
Sem essa maldita vida

Quando o sol se vai
Gasto mais energia que deveria
Fico louco pra que ela ligue
E diga algo pra mim

Quando o sol se vai
A noite vem
E eu fico nesta minha
Solidão sem Fim.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sonhando nas nuvens

Sonhar contigo
Sonhar, sonhando
Junto a mim
Contemplo-te
Quero acariciar-te
Receio te acordar.
Entre nuvens
contemplo-te.
Admiro-te.
Encanto-me.
Entre minhas mãos e teu corpo
há infinita distância de emoções
Não posso tocar-te
só a energia de minhas mãos
possue a ventura de chegar a ti
Minhas mãos passam,
perpassando teu corpo
sem tocar-te.
Somente a leveza do
sonho permite expressar
a ternura deste momento.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Depressão tomou conta

A depressão tomou conta de mim
não consigo mais andar
nem mesmo me levantar
estou apenas deitado em uma cama
lamentando as coisas da vida
lamentando por não ter conseguido meus objetivos
lamentando por perder a pessoa que eu amo
sem mesmo eu ter ela
lamentando por não passar por provações da vida
agonizando em cima de uma cama
ah como eu queria sair dessa
mas que jeito se dá na vida
eu não sei...

domingo, 2 de dezembro de 2007

Poesia Realista

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
(Mário Quintana)